17.2.08
14.2.08
Soberania: a doutrina-chave da história

Todos os moradores da terra são por ele reputados em nada; e, segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes? Dn 4.35
Arthur W. Pink definiu bem a importância da doutrina da Soberania de Deus, como poucos teólogos, em harmoniosa acuidade espiritual, escreveu: “Soberania, uma verdade que traz conforto aos corações, maturidade e estabilidade de caráter cristão; a doutrina-chave da História, a interpretação da providência, a trama e a urdidura das Escrituras, o fundamento da teologia cristã”. Dentro do conceito de maturidade cristã essas palavras não são simples palavras.
Soberania de Deus é uma expressão preciosa para o entendimento de tudo o que acontece no mundo, em especial na compreensão da História. Não podemos, como cristãos, entender a História sem Deus. O nosso Deus é o Deus na História, Ele é o Senhor da História! Que os céticos contestem e desprezem esta verdade! A História não é um emaranhado de acontecimentos por acaso.
Afirmamos, em especial, a Soberania de Deus na Reforma Protestante do século XVI. Este momento da História não foi um momento baseado em sorte, acaso ou destino. Deus em seu trono reafirmando sua realeza moveu os exércitos dos céus para fazer tudo conforme a Sua vontade. Afinal, ninguém pode deter Sua força.
A cosmovisão calvinista vê que a Reforma não foi mais um movimento nos anais da História, porém um movimento poderoso, de grande magnitude. “A Reforma não foi simplesmente uma tempestade em copo d’água. Jerônimo disse certa vez que, quando lia as cartas do apóstolo Paulo, podia ouvir trovões. Os mesmos trovões também ecoam mediante os escritos dos reformadores”. - Escreveu Timothy George, mas não parou aí. E suas palavras posteriores deveriam abrir os olhos de muita gente. Continuou -: “Os teólogos contemporâneos fariam bem em ouvir novamente a mensagem desses cristãos corajosos que desafiaram imperadores e papas, reis e câmaras municipais, porque suas consciências estavam cativas à Palavra de Deus”.
Somente um incrédulo não pode perceber Deus agindo na História. Como Lutero pôde fazer o que fez sem Deus? “A Igreja de Roma aparece sob o domínio do papa Leão em todo o seu esplendor e glória. Um simples monge fala, e este poder e esta glória se abatem de súbito na metade da Europa!” (J.H. Merle D’Aubigné). Será que foi porque politicamente os príncipes alemães o ajudaram como querem alguns historiadores? Será que Lutero desconhecia o Salmo 118:9 que diz: Melhor é buscar refúgio no SENHOR do que confiar em príncipes. [?]. Impossível! Não há ninguém que possa impedir Deus de fazer o que quer. Por ser Deus onipotente Ele faz grandes coisas por meios imperceptíveis.
“É indispensável que a História viva a vida que lhe é própria, e esta vida é Deus. Deus deve ser reconhecido e proclamado na História. A História do mundo deve ser assinalada como os anais do governo do Rei Soberano” (J.H. Merle D’Aubigné). Ora, quem é Jesus Cristo senão Deus na História?
A Deus pertence o domínio e o poder. Jó 25:2
Exalta-te, SENHOR, na tua força! Nós cantaremos e louvaremos o teu poder. Sal 21:13
Arthur W. Pink definiu bem a importância da doutrina da Soberania de Deus, como poucos teólogos, em harmoniosa acuidade espiritual, escreveu: “Soberania, uma verdade que traz conforto aos corações, maturidade e estabilidade de caráter cristão; a doutrina-chave da História, a interpretação da providência, a trama e a urdidura das Escrituras, o fundamento da teologia cristã”. Dentro do conceito de maturidade cristã essas palavras não são simples palavras.
Soberania de Deus é uma expressão preciosa para o entendimento de tudo o que acontece no mundo, em especial na compreensão da História. Não podemos, como cristãos, entender a História sem Deus. O nosso Deus é o Deus na História, Ele é o Senhor da História! Que os céticos contestem e desprezem esta verdade! A História não é um emaranhado de acontecimentos por acaso.
Afirmamos, em especial, a Soberania de Deus na Reforma Protestante do século XVI. Este momento da História não foi um momento baseado em sorte, acaso ou destino. Deus em seu trono reafirmando sua realeza moveu os exércitos dos céus para fazer tudo conforme a Sua vontade. Afinal, ninguém pode deter Sua força.
A cosmovisão calvinista vê que a Reforma não foi mais um movimento nos anais da História, porém um movimento poderoso, de grande magnitude. “A Reforma não foi simplesmente uma tempestade em copo d’água. Jerônimo disse certa vez que, quando lia as cartas do apóstolo Paulo, podia ouvir trovões. Os mesmos trovões também ecoam mediante os escritos dos reformadores”. - Escreveu Timothy George, mas não parou aí. E suas palavras posteriores deveriam abrir os olhos de muita gente. Continuou -: “Os teólogos contemporâneos fariam bem em ouvir novamente a mensagem desses cristãos corajosos que desafiaram imperadores e papas, reis e câmaras municipais, porque suas consciências estavam cativas à Palavra de Deus”.
Somente um incrédulo não pode perceber Deus agindo na História. Como Lutero pôde fazer o que fez sem Deus? “A Igreja de Roma aparece sob o domínio do papa Leão em todo o seu esplendor e glória. Um simples monge fala, e este poder e esta glória se abatem de súbito na metade da Europa!” (J.H. Merle D’Aubigné). Será que foi porque politicamente os príncipes alemães o ajudaram como querem alguns historiadores? Será que Lutero desconhecia o Salmo 118:9 que diz: Melhor é buscar refúgio no SENHOR do que confiar em príncipes. [?]. Impossível! Não há ninguém que possa impedir Deus de fazer o que quer. Por ser Deus onipotente Ele faz grandes coisas por meios imperceptíveis.
“É indispensável que a História viva a vida que lhe é própria, e esta vida é Deus. Deus deve ser reconhecido e proclamado na História. A História do mundo deve ser assinalada como os anais do governo do Rei Soberano” (J.H. Merle D’Aubigné). Ora, quem é Jesus Cristo senão Deus na História?
A Deus pertence o domínio e o poder. Jó 25:2
Exalta-te, SENHOR, na tua força! Nós cantaremos e louvaremos o teu poder. Sal 21:13
9.2.08
Redirecionando Aúdio
Dr. Joel R. Beeke é presidente e professor de Teologia Sistemática e Homilética no Puritan Reformed Theological Seminary, e pastor da Heritage Netherlands Reformed Congregation de Grand Rapids, Michigan. ESTAS PALESTRAS (COM TRADUÇÃO) FORAM PROFERIDAS NO BRASIL, TRATA-SE DE UMA EXCELENTE OPORTUNIDADE PARA CONHECER O CALVINISMO MAIS A FUNDO E ENTENDER O QUE SIGNIFICA EXCELÊNCIA TEOLÓGICA! Se você ainda não é um calvinista convicto corre um grande "risco" de se tornar um, ouça e entenda a razão:CALVINISMO EXPERIMENTAL
http://www.monergismo.com/textos/sermoes_audio/beeke_calvinismo_experimental.htm
CALVINISMO DOUTRINÁRIO
http://www.monergismo.com/textos/sermoes_audio/beeke_calvinismo_doutrinario.htm
CALVINISMO PRÁTICO
http://www.monergismo.com/textos/sermoes_audio/beeke_calvinismo_pratico.htm
CALVINISMO HISTÓRICO
http://www.monergismo.com/textos/sermoes_audio/beeke_calvinismo_historico.htm
CALVINISMO POLÊMICO
http://www.monergismo.com/textos/sermoes_audio/beeke_calvinismo_polemico.htm
CALVINISMO EVANGELÍSTICO
http://www.monergismo.com/textos/sermoes_audio/beeke_calvinismo_evangelistico.htm
O Rev. Joel Beeke será um dos conferencistas este ano (de 3 a 6 de outubro de 2008) da CONFERÊNCIA FIEL em Águas de Lindóia, no hotel Monte Real Resort. O tema será EDIFICANDO A IGREJA DE DEUS. Certamente será um encontro marcante. As inscrições já estão abertas pelo telefone: (12) 3936.2529 - e-mail: conferencias@editorafiel.com.br . Está dado o recado!
Redirecionando Link

João Calvino, O Pastor, O Ministério Pastoral e as Espístolas Pastorais
http://www.gilsonsantos.com.br/pdfs/calvino_ministerio_pastoral.pdf
http://www.gilsonsantos.com.br/pdfs/calvino_ministerio_pastoral.pdf
6.2.08
Obra Literária de Calvino
Um dos maiores legados de João Calvino ao movimento reformado e ao mundo foi a sua extraordinária produção literária. As obras do reformador de Genebra impressionam não somente pelo seu volume, mas por sua qualidade e erudição, notadamente nos campos da teologia e da interpretação bíblica. A totalidade dos escritos de Calvino preenche nada menos que 59 grossos volumes da coleção conhecida como Corpus Reformatorum . Os frutos dessa reflexão encontram-se em seis categorias de escritos.(a) As Institutas: Calvino produziu ao todo oito edições de sua obra magna em latim e cinco traduções para o francês. A primeira edição (1536) tinha apenas seis capítulos e a última (1559) totalizou oitenta. Essa edição equivale em tamanho ao Antigo Testamento somado aos evangelhos sinóticos e segue o padrão geral do Credo dos Apóstolos, tendo como objetivo ser um guia para o estudo das Escrituras. É composta de quatro livros: I – O conhecimento de Deus, o Criador; II – O Conhecimento de Deus, o Redentor; III – A maneira como recebemos a graça de Cristo; IV – Os meios externos pelos quais Deus nos convida para a sociedade de Cristo.
(b) Comentários bíblicos: os comentários de Calvino são um importante complemento das Institutas. Ele escreveu comentários sobre todos os livros do Novo Testamento (exceto 2 e 3 João e Apocalipse), bem como sobre o Pentateuco, Josué, Salmos e Isaías. Além disso, foram preservadas as suas preleções sobre todos os profetas.
(c) Sermões: em suas pregações, Calvino fazia a exposição sistemática dos livros da Bíblia. Ele costumava pregar sobre o Novo Testamento aos domingos e sobre o Antigo Testamento durante a semana. Seus sermões eram anotados taquigraficamente por um grupo de leais refugiados franceses. A série Corpus Reformatorum contém 872 sermões do reformador.
(d) Opúsculos e tratados: Calvino escreveu muitas obras de natureza apologética ao polemizar com católicos, anabatistas, libertinos e outros grupos. Alguns exemplos são a Resposta ao Cardeal Sadoleto, reações ao Concílio de Trento e a questão das relíquias. Outros escritos seus tratam de temas como a Ceia do Senhor, a doutrina da trindade, a predestinação e o livre arbítrio.
(e) Escritos eclesiásticos: o reformador também produziu muitos textos voltados para diferentes aspectos e necessidades da vida da igreja (escritos catequéticos, confessionais, litúrgicos e outros). Dentre eles se destacam: Instrução e Confissão de Fé, Ordenanças Eclesiásticas, Catecismo da Igreja de Genebra, Saltério de Genebra, Forma das Orações e Cânticos Eclesiásticos e Confissão Galicana.
(f) Cartas: finalmente, Calvino produziu uma volumosa correspondência dirigida a outros reformadores, governantes de diferentes países, igrejas perseguidas, crentes encarcerados, pastores e colportores.
Um autor observa que o reformador de Genebra escreveu mais num espaço de trinta anos do que uma pessoa pode estudar e digerir adequadamente durante toda uma vida. Seus escritos nos mostram o teólogo, o exegeta, o polemista, o pastor e, acima de tudo, o cristão preocupado em glorificar a Deus e honrar a sua Palavra. Esse esforço contribuiu para a difusão do movimento reformado por quase toda a Europa.
Rev. Alderi Souza de Matos, Jornal Brasil Presbiteriano
29.1.08
REDIRECIONANDO LINK

Nove Artigos sobre DEPRAVAÇÃO TOTAL
(Primeiro Ponto do Calvinismo)
http://www.monergismo.com/?secao=depravacao_total
http://www.monergismo.com/?secao=depravacao_total
21.1.08
15.1.08
REDIRECIONANDO 14 ARTIGOS:
JOÃO CALVINO: O SURGIMENTO DE UM NOVO LÍDER
http://www4.mackenzie.br/7004.html
CALVINO E GENEBRA: “A MAIS PERFEITA ESCOLA DE CRISTO”
http://www4.mackenzie.br/7005.html
JOÃO CALVINO: OS ANOS FINAIS
http://www4.mackenzie.br/7006.html
A OBRA LITERÁRIA DE CALVINO
http://www4.mackenzie.br/7007.html
A TEOLOGIA DE JOÃO CALVINO
http://www4.mackenzie.br/7036.html
CALVINO, O DIACONATO E A RESPONSABILIDADE SOCIAL
http://www4.mackenzie.br/7040.html
A CONFISSÃO DE GENEBRA (1536)
http://www4.mackenzie.br/7048.html
INSTRUÇÃO NA FÉ (1537)
http://www4.mackenzie.br/7049.html
CATECISMO DE GENEBRA (1542)
http://www4.mackenzie.br/7050.html
A CONFISSÃO DE FÉ DA GUANABARA (1558)
http://www4.mackenzie.br/7053.html
O PENSAMENTO TEOLÓGICO REFORMADO: ORIGEM E DESENVOLVIMENTO
http://www4.mackenzie.br/7068.html
RESGATANDO ASPECTOS ESSENCIAIS DA FÉ REFORMADA
http://www4.mackenzie.br/7069.html
A VISÃO CALVINISTA DO ESTADO E DA SOCIEDADE
http://www4.mackenzie.br/7070.html
A REFORMA CALVINISTA E SUAS CONSEQÜÊNCIAS PARA A PREGAÇÃO E A LITURGIA
http://www4.mackenzie.br/7072.html
http://www4.mackenzie.br/7004.html
CALVINO E GENEBRA: “A MAIS PERFEITA ESCOLA DE CRISTO”
http://www4.mackenzie.br/7005.html
JOÃO CALVINO: OS ANOS FINAIS
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A OBRA LITERÁRIA DE CALVINO
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A TEOLOGIA DE JOÃO CALVINO
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CALVINO, O DIACONATO E A RESPONSABILIDADE SOCIAL
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A CONFISSÃO DE GENEBRA (1536)
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INSTRUÇÃO NA FÉ (1537)
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CATECISMO DE GENEBRA (1542)
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A CONFISSÃO DE FÉ DA GUANABARA (1558)
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O PENSAMENTO TEOLÓGICO REFORMADO: ORIGEM E DESENVOLVIMENTO
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RESGATANDO ASPECTOS ESSENCIAIS DA FÉ REFORMADA
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A VISÃO CALVINISTA DO ESTADO E DA SOCIEDADE
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A REFORMA CALVINISTA E SUAS CONSEQÜÊNCIAS PARA A PREGAÇÃO E A LITURGIA
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